A comunicação é ontológica ao ser humano, e como todas as outras necessidades evolui na tentativa de facilitar o convívio e estar em sintonia com sua época.
A interação verbal ou não verbal entre indivíduos é reflexo do embiente que ela nasceu, cresceu e atua, por isso, quem nasce no Sul do Brasil fala com certa peculiaridade e toma cimarrão, diferente daquele que nasce no nordeste e come buchada de bode e fala "mãeinha", toda genuidade característica destes nichos são exortados através da fala que cumpri seu papel de ser o elo comunicador da sociedade, não exclusivo, mas o principal.
Um marco fundamental para a solidificação comunicativa e formas de pensar, aconteceu após a Revolução Industrial no surgimento das cidades. Milhares de pessoas no mesmo lugar, trabalhando de forma assalariada, tendo os mesmo objetivos e deslumbrados com o novo ambiente.
As prioridades passaram a ser outras, comer era banal, diversão, aparência, status e dinheiro foram os protagonistas deste período, que produziu vilões como o desemprego, baixa autoestima e identidade, secularização racial.
Mas nem tudo foi tão ruim e devastador aos mais puros ideais da natureza humana. Áreas como as artes e entretenimento se desenvolveram, tribos musicais, esportes, moda, e os parques de diversões, cujo centro possuía uma imensa Montanha Russa.
O brinquedo capaz de alcançar grandes velocidades e movimentos únicos, alucinantes rodopiantes era a mais linda forma de fugir da realidade, da prisão e principalmente da rotina capitalista, porém para alguns com um o pouco mais de capacidade intelectual, viam na experiência radical, a oportunidade de observar a sociedade desconstituída da habitual, com uma olhar dinâmico e de ponta cabeça, a Montanha Russa servia para tumultuar a cabeça e evidenciar o mundo de luzes brilhantes e "encantadoras", se vista à noite, que seduzia os retirantes rurais.
Somente através desta adrenalida liberada pelo medo do pior, é possivel ver a sociedade de outro ângulo literalmente.
A indústria da moda, passou a vender cada vez mais. Seus questionáveis padrões de beleza comercializados na mídia, passaram a assassinar a autoestima das mulheres. A obsolucência programada dos produtos viciou mais que drogas e bebidas, uma população que não sabe o valor do conhecimento, por isso vivem alienados.
Eis que surge a doença do século, a Depressão. rsrsrs.